Um dos maiores riscos da anestesia veterinária não é a ausência de ventilação, mas sim a hipoventilação silenciosa — quando o paciente respira, porém de forma inadequada.
Esse cenário é comum quando não há ventilação mecânica integrada.
O risco da hipoventilação silenciosa
Sem controle ventilatório ativo, o paciente pode:
- Manter movimentos respiratórios insuficientes
- Acumular CO₂ progressivamente
- Entrar em acidose respiratória
- Apresentar instabilidade hemodinâmica
Essas alterações muitas vezes passam despercebidas nos estágios iniciais.
Limitações da ventilação manual
A ventilação manual:
- Depende da atenção constante do anestesista
- Não garante parâmetros estáveis
- Torna-se inviável em procedimentos longos
- Aumenta a carga de trabalho durante a cirurgia
Em situações críticas, essa limitação pode comprometer o desfecho anestésico.
Impacto em pacientes críticos e geriátricos
Pacientes com reserva fisiológica reduzida são mais suscetíveis a:
- Depressão respiratória
- Retenção de CO₂
- Dessaturação
Para esses perfis, a ventilação mecânica não é luxo — é segurança clínica.
Quando investir em ventilação mecânica faz diferença
A ventilação mecânica é altamente recomendada quando:
- O procedimento é prolongado
- O paciente é braquicefálico ou geriátrico
- Há comorbidades respiratórias
- O plano anestésico precisa ser profundo
Equipamentos com ventilação mecânica indicados
🔹 EV1000 Plus
🔹 KYON Plus
https://www.evolucaopet.com.br/aparelho-de-anestesia-veterinario-com-ventilacao-portatil.html
Esses sistemas oferecem controle ventilatório contínuo e previsível.
Conclusão
Evitar riscos anestésicos passa por controle respiratório adequado. A ventilação mecânica reduz incertezas, melhora a estabilidade e eleva o padrão técnico da anestesia veterinária.

